Não saberia dizer,
quantos sinais
os céus lançaram...
Nenhum disfarçado,
todos óbvios.
Um sofá sempre afastado,
Um sono fingido,
Uma chamada em necessidade...
Uma necessidade de escuta...
de presença, fosse quem fosse,
mas era eu e,
dispensável se não necessária...
Um retorno sempre solitário,
na calada da noite
com medo ou sem medo.
Um amanhecer com expectativas:
'Hoje será diferente!'
Nunca foi,
Nunca será.
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