quarta-feira, 11 de maio de 2022

Saudade no primeiro ato

  



Imensa, profunda, 

inexplicável.


Uma dor incompreensível,

Um olhar sempre 'buscador'

Um querer sentir, tocar

tão, mas tão imenso

de fazer doer.


E nada, 

Absolutamente nada no gesso,

que me envolveu.

Olhando, olhando

e só.

Fazendo um discurso

no silêncio.


Um festival vazio, e um

fecho  numa

'cerimônia do chá'


Chá dos sonhos meus,

imerso nas lágrimas

que derramo,

na enormidade

do meu sentir.


Eu sei o que é

saudade.

E depois...

 E depois... Sigo com a dor, quiçá findável Dor de um sonho acabado De um desejo destroçado De um vida nunca vivida De possibilidades que ja...